Indicações: aerofagia, afecções nervosas, bronquite, clarear manchas de pele, contusão, dismenorréia, dores articulares, dores musculares, dor de dente, dores reumáticas, eliminar furúnculos, emenagoga, entorse, epilepsia, epistase, feridas, flatulência, gota, histeria, infecções na pele, inflamação, menstruação, parasitoses, pertubações gástricas, picada de insetos, problemas menstruais, repelir insetos, vermes intestinais (lombrigas e oxiúros), rins.
Parte utilizada: folhas, flores.
Contra-indicações/cuidados: gestantes, lactantes, crianças. O ácido tanásico e a tanacetona são tóxicos. Doses excessivas podem causar intoxicações.
As doses devem ser determinadas com grande prudência, pois todo o excesso de consumo provoca uma congestão da região da bacia (órgãos abdominais), com lesões renais e nervosas, inflamação dos órgãos nutricionais e sexuais, vômitos, convulsões, ação vasodilatadora em gestantes, fica presente no leite das lactantes.
A essência da planta, injetada na veia de animais, provoca convulsões semelhantes às da hidrofobia, inflamação no tubo digestivo, podendo resultar em espasmos violentos, paralisia do coração e morte. O óleo pode causar dermatite de contato. Aborto.
Modo de usar: infusão, decocção, extrato fluido.
- infusão de 2 g de folhas secas em 200 ml de água. Tomar 2 a 3 xícaras (chá) ao dia;
- infusão de 20 g de flores em meio litro de água fervente. Filtrar quando estiver morno e tomar 2 xícaras ao dia: dismenorréia;
Como vermicida é necessário usar purgante depois de usar o cravo-de-defunto pois ele paralisa os vermes intestinais (lombrigas e oxiúros), e não chegua a matá-los, mas facilita a sua expulsão.