Indicações: distúrbios hepáticos, dispepsia, histeria, febre, cólicas, enfermidades do estômago e intestinos, reumatismo.
Nota: dizem que seu efeito analgésico para dores de estomágo e intestinos é superior ao da morfina, beladona e cocaína.
Parte utilizada: folhas, rizoma, casca, fruto.
Contra-indicações/cuidados: a ingestão de bagas pode causar náusea, vômitos, dor abdominal e diarréia, estupor, sonolência.
Há casos letais em literatura mais velha, porém nenhuma em literatura recente. Os primeiros sintomas de intoxicação são gastrointestinais, tais como: vômitos, diarréia, cólicas abdominais.
Há literatura que afirma que de 20 a 30 frutinhas podem ser mortais para um adulto.
As folhas também são venenosas.
Modo de usar:
- Infusão de um punhado de rizoma de azevinho em um litro de água: ferver, por dois minutos. Deixar em repouso por dez minutos, antes de filtrar. tomar à vontade:
aperitivo, diurético.
- Infusão de 30 g de folhas em 1 litro de água: sudorífico, febrífugo.
- infusão de 20 g de folhas em um litro de água. Tomar 4 a 5 xícaras por dia. Febres intermitentes nas gripe, enfermidades infecciosas (sarampo, escarlatina, etc.), no reumatismo.
- Decocção de 30 g de casca de azevinho em um litro de água. Beber aos
pouquinho durante o dia: febre.
- Decocção de 30 g de casca de azevinho em 250 ml de água: Beber em três ou quatro vezes durante o dia:
fígado, histeria, diurético, sedativo, hipotensor, asma e epilepsia.
- Pó de 2 a 5 g de bagas: purgativo.
Se você tem dúvidas quanto ao significado de alguma das palavras usadas nesta página consulte no Glossário.
Notas:
1 - Espécie nativa em regiões temperadas:
- Norte de África, da Tunísia a Marrocos;
- Europa ocidental e meridional, do Reino Unido e de Portugal até à Albânia e à Roménia;
- Ásia ocidental, da Turquia ao Irão.
2 - Planta muito usada como ornamental.