Sinônimos botânicos: não encontrados na literatura consultada.
Sinônimos da subespécie Bowdichia virgilioides fo. major (Mart.) Yakovlev: Bowdichia major (Mart.) Mart. ex Benth., Bowdichia densiflora Benth., Sebipira major Mart.
Outros nomes populares: bowdiquia, cutiúba, sapupira-do-campo, sicupira, sicupira-do-cerrado, sucupira-açu, sucupira-do-campo, sucupira-parda, sucupiruçu, alcornoque (espanhol).
Parte utilizada: casca da raiz: diabetes; sementes: sífilis, gota, reumatismo, febres, dermatoses e artrites; casca da árvore, batata da raiz.
Contra-indicações/cuidados: não encontrados na literatura consultada.
Modo de usar:
- gargarejo com uma semente moída para uma xícara de água, duas vezes ao dia;
- decocção de 10 g de casca em um litro de água. Tomar 1 xícara de chá 2 a 3 vezes ao dia: sífilis, diabete, tônica, diaforética, aperiente, digestiva;
- decocção da casca da raiz: adstringente, diabete;
- infusão das sementes ou decocção das batatas das raízes: febre, gota, reumatismo, artrite, eczema, dermatose, depurativa, blenorragia, sífilis, úlceras;
Obs.:
a) esta sucupira tem as flores roxas ou azul-escuras, em cachos. Tem propriedades similares à:
- B. nitida que tem a flor lilás-azulada;
- B. major que tem as flores roxas, em cachos, nas pontas dos ramos.
Frutos: vagem contendo sementes vermelhas com manchas pretas.
b) a sucupira que tem as sementes claras, aladas e com estrutura esponjosa como favos de mel é a Pterodon emarginatus Vogel. A árvore tem a casca lisa e é nativa do cerrado do Brasil Central. Suas folhas são compostas pinadas, com 30 a 36 folíolos alternos de 2 a 3 cm de comprimento, suas flores são rosa-claro.